Outra semana de estudos que acabou, dessa vez quase sem novidades antes do final de semana. Estudei como sempre até quinta-feira, e, na sexta-feira, me dei de presente um feriado (aqui não é feriado na sexta-feira santa, acredita?! Só na segunda-feira depois do domingo de Páscoa!). E isso porque sexta-feira cedo chegou aqui um amigo meu, o Cédric, que conheci durante o meu estágio na EDF no ano passado; ele veio pra passar o fim de semana e conhecer um pouco Paris (ele é francês mas não conhece quase nada de Paris; a primeira vez que ele veio pra cá foi no ano passado!!), e eu fui passear em Paris de guia turístico.
1. Château de Vincennes
Na sexta-feira a gente começou o dia visitando o Château de Vincennes, o castelo que fica aqui em Vincennes, perto de casa.
Torre principal do château de Vincennes (a foto é de agosto de 2010...)
O château de Vincennes começou como um pavilhão de caça por volta do ano 1150, utilisado como fortaleza militar ao longo dos séculos seguintes, até a construção da torre fortificada principal por volta de 1370, tendo então sido usado como castelo real por Carlos V, que usou o castelo como residência real principal e sede da administração. O castelo constinuou sendo usado como residência principal ou secundária dos reis até Luís XIV, que construiu o Palácio de Versalhes para sua moradia principal.
Vista panorâmica de alguns dos prédios que formam o castelo de Vincennes (de novo, foto de agosto de 2010)
Partes do castelo de Vincennes se transformaram em prisão de estado, tendo abrigado vários prisioneiros conhecidos, como o Marquês de Sade, Mirabeau e Diderot. O castelo foi usado como prisão e arsenal militar até o começo do século XX; após a Segunda Guerra Mundial, convertido em monumento histórico, ele passou a ser em partes um monumento turístico e a abrigar alguns órgãos do governo em outras partes.
Entrada principal do Castelo de Vincennes (outra foto de agosto de 2010)
Dentro do castelo, tem também a Sainte-Chapelle, uma capela construída por ordens do rei Carlos V.
Sainte-Chapelle vista da torre principal do castelo de Vincennes (agora é foto desse ano...)
2. Parque Floral de Paris
Depois de visitar o castelo, fomos ao Parque Floral de Paris, que fica logo ao lado. Assim como o Castelo de Vincennes, eu já havia visitado o Parque Floral de Paris ano passado (apesar de não ter postado sobre a visita no blog por falta de tempo), no verão. O parque é bem grande e muito bonito: é bem cuidado e tem várias espécies de flores e plantas.
Parque floral de Paris
O parque é um dos pólos do Jardim Botânico de Paris, no meio do Bois de Vincennes, que fica ao lado de casa. Foi inaugurado em 1969, após mais de 15 meses de trabalhos antes de começar as plantações. Apesar de agora ser começo da primavera aqui, o ano passado eu visitara o parque no verão e devo admitir que ele estava bem mais bonito; agora ainda tinha algumas partes que estavam ainda sem flores.
Parque floral de Paris (foto de agosto de 2010)
3. Passeio no centro de Paris
Depois disso, almoçamos e fomos de bicicleta até o centro de Paris. Lá, fizemos uma bela caminhada, passando pelos pontos turísticos principais: Hôtel de Ville, Centro Pompidou, Forum des Halles, Conciergerie, Sainte-Chapelle, Notre-Dame, Quartier Latin e Jardin du Luxembourg.
Hôtel de Ville, a prefeitura de Paris (foto de agosto de 2010)
No meio desse passeio, ainda aproveitamos para entrar na Conciergerie, um prédio que foi parte de um castelo real na Île de la Cité e foi amplamente utilizado como prisão, que eu já tinha visitado antes.

Reconstrução da cela da prisioneira mais ilustre da Conciergerie, Maria Antonieta (foto de abril de 2010).
Não entramos na Sainte-Chapelle por causa da fila, e, depois de passar ao lado da Notre-Dame, fomos até o parque na ponta da Île de la Cité. Eu não fazia idéia, mas, na ponta do parque, há o Memorial dos Mártires da Deportação, um monumento inaugurado em 1962 pelo Presidente Charles de Gaulle como memorial aos deportados para a Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. O memorial contém uma sala interna com nomes dos principais campos de concentração nazistas escritos em triângulos (um símbolo recorrente na Alemanha nazista: as diferentes cores de triângulos identificavam os diferentes tipos de prisioneiros) e uma grande sala com diversas lâmpadas representando as pessoas deportadas para a Alemanha. Enfim, depois dessa parada no memorial, fomos até a Île Saint-Louis tomar o famoso sorvete da Berthillon, uma das sorveterias mais famosas de Paris. Andamos um pouco pelo Quartier Latin até o Jardin du Luxembourg e, de lá, voltamos pra borda do Sena pra continuar o passeio de bicicleta. Fomos até o Arco do Triunfo e aproveitamos para subir e ver Paris do alto.
Minha vista favorita de Paris: Torre Eiffel vista do Arco do Triunfo
Até esse momento, a gente já tinha andando Paris quase inteira a pé ou de bicicleta, num total de mais de 21km.
Caminho que fizemos de bicicleta e a pé em Paris, num total de 21,4km
De lá, fomos até o Louvre; a gente já tinha andado um bocado, e dessa vez fomos de metrô. Vimos as principais salas exatamente a tempo antes do Louvre fechar. E, antes de voltar, ainda finalizamos o passeio andando mais quase 6km de bicicleta até a Torre Eiffel e aproveitando pra descansar um pouco no Champ de Mars.
Do Louvre até a Torre Eiffel em 5,7km de bicicleta à noite
4. Versalhes
No dia seguinte, passamos o dia todo visitando Versalhes. Tinha muuuuuuuuita gente no Palácio de Versalhes e acabou que, depois de almoçar no Subway de lá, a gente pegou uma fila imensa e só conseguimos entrar no palácio depois das 16h.
Palácio de Versalhes visto dos jardins
Já perdi a conta de quantas vezes fui no palácio de Versalhes (uma pesquisa rápida no meu blog me lembrou dessa vez, dessa vez, dessa vez e dessa vez, sem contar as que eu (ainda) não postei, como a das férias de verão de 2010), e, bom, dessa vez, a visita não foi muito diferente (tirando o fato de as galerias do século XVII estarem fechadas, mas, bom, eu nunca liguei muito pra essas galerias mesmo). Estava simplesmente lotado de gente por lá e, nas primeiras salas dos Grandes Aposentos Reais, mal dava pra andar, mas, depois da Galeria de Espelhos, melhorou um pouco. Uma das salas da rainha, que sempre estivera fechada nas vezes anteriores que eu fora, estava agora aberta, mas eles haviam acabado de fechar uma das salas do rei para restauração. E, tirando isso, o Palácio continuava o mesmo.
A famosa Galeria dos Espelhos (foto de agosto de 2010)
Depois, fomos visitar os jardins. Já é época das Grandes Eaux Musicales, que ocorre durante o verão: há música tocando em quase todo o jardim, ritmada com as fontes de água. Porém, a gente acabou entrando meio tarde no jardim e boa parte das fontes já tinham parado, mas ainda pudemos ver algumas.
Jardins do Palácio de Versalhes durante as Grandes Eaux Musicales de 2010
Porém, não pudemos ficar lá por muito tempo: logo começou a chover, e, o que no começo parecia uma chuvinha rápida e inocente, logo virou uma tempestade de verão bem forte, e tivemos que correr para procurar abrigo, mas já chegamos em um lugar coberto depois de ter tomado uma bela chuva.
Opa! Chuvinha forte no Palácio de Versalhes...
5. Basilique Cathédrale de Saint-Denis
No domingo de Páscoa, fomos visitar a Basilique Cathédrale de Saint-Denis, uma igreja nas vizinhanças de Paris em que eu ainda não tinha ido, e muito conhecida por ser a igreja onde estão enterrados a maior parte dos reis da França.
Vista da Basílica Catedral de Saint-Denis, em Saint-Denis, ao norte de Paris
A história da basílica começa por volta do ano 250, quando viveu São Denis, o primeiro bispo de Paris, que foi martirizado pelos romanos. Seu túmulo foi um lugar de peregrinação e, no século V, Santa Genoveva, a santa padroeira de Paris, comprou as terras da região para iniciar a construção de uma igreja, que foi então sendo aumentada e alterada ao longo dos séculos.
Interior da igreja de São Denis
A igreja é uma das primeiras no estilo gótico, após uma reforma no século XII organizada pelo abade Suger, que foi seguida por uma reforma no século XIII feita pelo rei Saint Louis, dando à igreja sua forma atual. Ela foi parcialmente abandonada nos séculos seguintes, mas foi restaurada no século XIX, tornando-se catedral em 1966.
Vitral na basílica catedral de Saint Denis
O rei Dagoberto I foi o primeiro a ser sepultado na basílica de Saint-Denis, que foi em seguida local de sepultamento de outros 40 reis franceses até Louis XVIII; além disso, a basílica ainda foi local de sepultamento de rainhas, príncipes, princesas e pessoas ligadas à corte ao longo dos séculos, contendo assim uma imensa cripta. Porém, a basílica foi profanada diversas vezes ao longo da história: durante a Guerra dos Cem Anos, algumas sepulturas reais foram destruídas, como a de Saint Louis, mas a maior parte das destruições foi feita após a Revolução Francesa, quando o governo revolucionário ordenou a destruição dos símbolos monárquicos e vários túmulos foram destruídos a machadadas e várias estátuas foram danificadas. Ainda assim, a basílica apresenta hoje várias estátuas reais e monumentos funerários, além de uma cripta com os ossos de todos os reis franceses, organizada pour Louis XVIII.
Túmulo do rei Dagoberto I, o primeiro rei a ser enterrado na basílica de Saint-Denis
A basílica faz atualmente parte do Centro de Monumentos Nacionais; a visita da cripta normalmente é paga, mas é gratuita para os menores de 26 anos europeus ou residentes na Europa. A visita começa por uma parte com várias estátuas de reis e rainhas da França, as efígies (ou gisants, em francês), estátuas representadas em posição deitada, em geral representando a pessoa morta. Há inúmeras efígies de reis e rainhas franceses em Saint-Denis, compondo a maior parte da cripta.
Efígies de Carlos Martel, Clóvis II, Isabel de Aragão, Filipe IV, o Belo e Filipe III, o Bravo, construídas entre os séculos XIII e XIV
Após a entrada, há a descida para a cripta. A primeira sala da cripta é a Capela dos Príncipes, que contém as sepulturas de nobres franceses que morreram após a Revolução Francesa e, assim, cujos restos não foram profanados e roubados em 1793. Em seguida, há a Capela dos Bourbons, que contém monumentos funerários aos reis da dinastia Bourbon, feitos no século XIX; esta capela contém apenas monumentos funerários e não os restos mortais, exceto o coração de Louis XVII (que fica exposto num coiso de vidro!!!)
Monumento a Louis XIV
A dinastia dos Bourbons teve diversos reis famosos e corresponde ao apogeu da monarquia francesa, com reis como Henri IV, Louis XIV e Louis XVI; era portanto de se esperar que os túmulos desses reis fossem extremamente majestosos. Não é, porém, o caso: Louis XIII até tenta fazer um túmulo majestoso para o sei pai Henri IV, mas os desenhos que ele encomendou na Itália não agradaram e ele morreu na esperança de conseguir desenhos mais magníficos. O rei-sol Louis XIV pensou em construir um túmulo majestoso para seu pai e seu avô, mas os trabalhos não foram feitos devido à sua excessiva sumptuosidade que impediu a execução prática da obra. E os trabalhos foram adiados de forma que, quando a cripta real foi profanada pela Revolução Francesa em 1793, a parte dos Bourbons era apenas um amontoado mal organizado de cerca de cinquenta caixões em madeira. Atualmente, a situação melhorou, mas não muito, com apenas um túmulo simples para os reis da dinastia Bourbon, que ocupa ainda assim a parte central da cripta.
Túmulos dos principais reis e rainhas da dinastia Bourbon
A cripta também contém uma parte arqueológica, com as fundações da primeira igreja e a parte em que eram conservadas as sepulturas dos santos mártires Denis, Rústicus e Eleutério, e a saída contém uma lista dos reis, rainhas, príncipes, princesas e nobres enterrados em Saint-Denis, organizada na época de Louis XVIII.
Parte arqueológica da cripta
Saindo da cripta, a visita continua com outros monumentos funerários e túmulos, além da visita do altar da igreja, cuja parte principal foi feita durante a construção da igreja gótica no século XII.
Túmulo de Henri II e Catarina de Médici. Os dois são representados nus, mortos, deitados e com a pele seca no interior do monumento, e ajoelhados e rezando no alto. No mesmo modelo, há também os túmulos de Louis XII e Ana de Bretanha e de François I e Cláudia de França
E, da basílica catedral de Saint-Denis, é isso. A visita é interessante e vale a pena, excelente para se aprender um pouco mais de história da França!
Efígie de Roberto II de Artois, um nobre francês, em frente ao altar da basílica de Saint-Denis
6. Hôtel des Invalides
Saindo da basílica de Saint-Denis, fomos até o Hôtel des Invalides, um prédio construído para abrigar um hospital militar e tratar dos soldados inválidos do exército de Louis XIV, e abrigando atualmente o Museu do Exército, além de ainda abrigar um hospital para os inválidos de guerra e ser sede de várias instituições militares.
Hôtel des Invalides, em Paris (foto de outubro de 2010)
Eu já havia visitado parte do Hôtel des Invalides em outubro de 2010 (apesar de não ter postado aqui no blog por falta de tempo). O Hôtel des Invalides é gigante. Inicialmente, ele abrigava uma igreja com duas entradas, uma exclusiva para o rei e outra para os soldados; atualmente, essas duas igrejas foram divididas, e a igreja dos soldados, a Saint-Louis des Invalides, é ainda uma igreja, enquanto que a outra abriga o túmulo de Napoleão. A visita da Catedral de Saint-Louis des Invalides é gratuita, assim como a exposição de canhões que tem no pátio principal, mas todos os outros locais são pagos (mas gratuitos para menores de 26 anos europeus ou residentes na Europa, ou seja, não paguei! =D); esses outros locais incluem o túmulo de Napoleão, uma exposição sobre as guerras mundiais, uma exposição de armas e armaduras antigas, uma exposição sobre o período de Louis XIV até Napoleão e uma exposição sobre Charles de Gaulle.

Pátio principal dos Invalides (foto de outubro de 2010)
Da última vez, eu havia visitado apenas as duas igrejas e a exposição sobre as guerras mundiais; dessa vez, como tínhamos pouco tempo, acabamos visitando apenas as duas igrejas. Começamos pela que abriga o túmulo de Napoleão. Como era de se esperar, o túmulo do Napoleão é tão humilde quando o próprio Napa!
Túmulo do Napoleão. Ainda acho que ele caberia em pé aí dentro!! (foto de outubro de 2010)
O túmulo do Napoleão fica bem no centro da parte da antiga igreja em que ficava o rei, exatamente abaixo da cúpula dos Invalides. O caixão fica no centro de uma parte circular, cujas paredes são decoradas por estátuas e por relevos representando Napoleão da forma mais humilde possível: normalmente sentado em seu trono, com pose de imperador romano, e com vários servos ao seu redor, trazendo frases que exaltam o governo de Napoleão.
Napoleão, o humilde. A frase nos pés dele diz: partout où mon regne a passé, il a laissé des traces durables de son bienfait (por todos os lugares em que meu reino passou, ele deixou traços duráveis dos bens que fez) (foto de outubro de 2010)
O restante da antiga igreja contém os túmulos de diversos militares franceses, incluindo alguns marechais famosos. O altar original também continua lá, atrás do qual fica a entrada para o túmulo de Napoleão.
Altar da antiga igreja dos Invalides onde fica hoje o túmulo de Napoleão (foto de outubro de 2010)
Saindo de lá, fomos até a igreja de Saint-Louis des Invalides. Originalmente parte reservada aos soldados de Louis XIV na igreja única dos Invalides, após a divisão da igreja em duas partes, ela tornou-se uma igreja por si só. Ela abriga, até hoje, bandeiras de batalhões derrotados pelo exército francês: era uma tradição guardar tais bandeiras como uma espécie de troféu, e a Catedral de Notre-Dame possuía cerca de 3000 antes da Revolução Francesa. Vários foram, porém, destruídos, e que restaram foram transferidos para a igreja do Hôtel des Invalides. Em 1814, quando Napoleão foi derrotado, a igreja continha ainda 1417 bandeiras, que foram em sua maioria destruídas para evitar que elas caíssem nas mãos dos inimigos. Ainda assim, a igreja abriga hoje 104 bandeiras de vitórias militares francesas de 1805 até os dias atuais.
Interior da igreja de Saint-Louis des Invalides (foto de outubro de 2010)
E, saindo da igreja, voltamos, pois já era tarde e era hora do Cédric ir até a estação pegar o trem.
Et voilà, foi esse o meu fim de semana turistando em Paris. Até que foi bom turistar de novo e aproveitar para conhecer mais um lugar novo em Paris que eu conhecia. Vamos ver se vai dar pra turistar mais até o final do meu estágio!!
2 comentários:
Ããã...Sou o mesmo anonimo das perguntas anteriores! (mas desta vez sem perguntas |_o_|)
Eu vim dizer que:
Um dia estava sem o que fazer na net (sou assim direto rs) e resolvi calcular a Page Rank do meu blog (blogjogos360.blogspot.com), e deu ZERO. Calculei os blogs dos meus amigos, e cheguei a calcular os domínios ".blogspot.com" que são bem conhacidos (GTA Brasil Team, Dicas Blogger etc). Daí eu coloquei o teu URL, e adivinha...deu 1 (sabe o que significa o número 1 no PageRank? Um milagre, pois com tantos sites bem famosos [Google, Uol, MSN Brasil, Facebook, Twitter...], um domínio do ".blogspot.com" que nem é pago, é de graça (?), você tem o PageRank 1. Você é famoso na Net!
Entra lá e calcule: http://www.marketingdebusca.com.br/pagerank/
Hahahahaha! Eu fui lá verificar, dá 1 de 10 mesmo =D Isso quer dizer que sou famoso na net?! hauhauhauahauhauha
Mas, enfim, eu desconfiava que o Google dava uma nota até que boa pro meu blog pelas visitas que recebo. Se você clicar no contador de visitas logo abaixo do título do blog, dá pra ver várias estatísticas do blog, incluindo a origem dos visitantes, e dá pra perceber que um moooooonte de gente cai no meu blog por pesquisas no Google por termos sobre os quais eu já postei uma vez (hoje é menos, mas tinha uma época que eu recebia umas 20 ou 30 visitas diárias no blog, quase todas vindas de pesquisas nada a ver no Google...). E, como eu já postei sobre um monte de coisa, acaba que um monte de gente cai aqui pesquisando por coisas muuuito nada a ver às vezes!
Agora, por que é que o Google gosta de mim e dá nota alta pro meu blog, já é outra questão... hahahahaahahahaha... eu particularmente não vejo motivo, acho que é blog antigo assim e o Google fica com dó que depois de 7 anos tenha só umas 30 mil e tantas visitas c[= hahahahahaha
Postar um comentário